| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Turdidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | T. sanchezorum |
O sabiá-da-várzea é uma ave da ordem dos Passeriformes, da família Turdidae endêmica do Brasil. É uma espécie críptica identificada através de análise molecular em espécimes de museus. Era considerada coespecífica com o Turdus hauxwelli.
Seu nome científico significa: do (latim) Turdus = tordo; e de sanchezorum = homenagem aos ornitólogos Manuel Sánchez S. e Marta Chávez de Sánchez. ⇒ Tordo dos Sanchez.
Plumagem marrom geral contrastando com a coloração pálida da garganta estriada. Coloração lateral mais escura e barriga esbranquiçada, normalmente com manchas escuras sob a cauda. Forte coloração castanho-avermelhado sob as asas, e parte exterior com primárias em coloração castanho intenso. Cauda cinza-amarronzada que diferencia esta espécie do (Turdus hauxwelli) onde a cauda é marrom-avermelhada. Bico verde-oliva e anel orbital ocular nu, de cor amarelo-alaranjado pálido, semelhante a várias espécies simpátricas de Turdus na Amazônia ocidental.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Hábitos alimentares…
O Sabiá-da-várzea, como a maioria das espécies de Turdus, é onívoro. Um espécime coletado apresentou como conteúdo do estômago, polpa de fruta escura, com algumas sementes de (7×5×4 mm). Também foi registrado um avistamento de dois indivíduos comendo uma pequena fruta da palmeira, provavelmente do gênero Euterpes. Esta é, até o momento (2011) a única informação documentada disponível sobre a dieta desta ave.
Hábitos reprodutivos…
Outros hábitos…
É uma espécie encontrada em ambiente restrito de várzea na Amazônia ocidental. O Turdus sanchezorum foi encontrado em floresta de várzea ao longo dos afluentes maiores do alto Amazonas/Solimões. No estado do Acre foi registrada na bacia do rio Acre. Até a data, a espécie foi encontrada também ao longo do vale do Rio Mayo no departamento peruano de San Martín, onde ocupa área da borda da floresta ou cerrado com areia branca, em altitude de 800-1100 m. No entanto, esses locais estão perto de uma grande área de forma intermitente de floresta inundada.
Referências externas
Consulta bibliográfica sobre subespécies: